Entrevistas

Verbo amar

Por Sarah Lincoln

Leo Fressato é compositor desde os 14 anos. Começou a escrever sobre amor ainda mais cedo, aos 10 anos de idade, quando, pela primeira vez, se apaixonou. E, até hoje, assim são as canções de Leo Fressato: um tratado sobre o amor. Entre folhas de outono e invernos rigorosos brotam flores nas canções do rapaz. É preciso que o inverno passe (e que passe depressa). E, para que isso aconteça, Leo brinca. Oras de ser veludo, para tecer delicadeza; oras de ser espinho e sangrar a canção com os gritos de dor dos amores mal fadados. Leo Fressato é feito de flores e de veias saltadas no pescoço.

Global Sustentável: A arte tem um elemento transformador, e faz parte de um complexo sistema construtivo da sociedade, como você enquanto artista transforma e empodera as pessoas para uma transformação positiva?

Leo Fressato: Diante de uma sociedade tão dura e fria como a nossa, fico pensando que é preciso sensibilizar. A gente perdeu o contato com os sentimentos ternos e, consequentemente, parou de olhar o outro com ternura. Um artista pode levantar questões e sensações de várias maneiras. Eu tento ser simples. Cantar pra que as pessoas se identifiquem, reflitam e pra que olhem verdadeiramente pro outro, considerem os sentimentos dos outros. A gente empodera o outro quando diz pra ele que o que ele sente também é importante.

Conheça: http://www.leofressato.com.br/

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