Campo de exposição da própria figura e da intimidade, o Facebook está passando por mais um ponto de batalha, mas antes, é importante conversamos sobre alguns detalhes importantes.

  1. Há pessoas que acreditam que a internet é o facebook, não existindo nada além dele
  2. Há pessoas que acreditam que além do facebook, a internet também é o google
  3. Não existe ferramenta no facebook que avise a um usuário que outro perfil está utilizando sua foto
  4. Seus dados e comportamento no facebook é comercializado para empresas e políticos
  5. O algorítmo do facebook determina o que você vai ver quando você se loga
  6. Bolhas sociais são criadas e todos que não estão nas bordas das bolhas juram que estão na verdade absoluta

Com base nestes 6 pontos, temos que conhecer um pouco da realidade humana, somos seres que vive em grupo, que cria identificação e códigos nos grupos, estabelece hierarquias e jogo de dominação de poder, isso ocorre nas bolhas e fora da rede social, com os interessados em dominar os grupos.

Neste processo, legiões de fakes (robôs e ciborgues) são criados e se correlacionam com objetivos específicos: criar estímulos para a legião de pessoas que só precisam do estímulo correto para demonstrarem que o conceito humano não passa de um animal social que acredita dominar a natureza, buscando a destruição desta. Essa é a “nossa” diferença dos demais animais, independentemente do número de células que estes possuem.

Com isso e junto a isso, a itolerância, o ódio, o rancor, e a necessidade de “mitar” em tudo, até num simples post de alguém comendo um bombom, ele precisa se transformar em viral, talvez para isso, ter mais curtidas e ganhar notoriedade, dinheiro, fama, mesmo que seja por 15 minutos, segundos, flashs…

 

Como mudar?

Mudando a nossa humanidade?

Provavelmente se buscarmos ser mais sustentabilista, pensarmos mais na possibilidade de vivermos em paz entre os nossos diferentes, sem tentativa de obrigar as pessoas a pensarem de forma padronizada, quadrada, quem sabe?

Para alguns é apenas uma rede social que certamente  desaparecerá, mas podemos sentir que no futuro teremos depois da Era Contemporânea, a Era Social.

Views All Time
Views All Time
193
Views Today
Views Today
1

Farmacêutico-Bioquímico, consultor em organização de sistemas da qualidade, P&D&I, sustentabilista, protetor de gatos, escritor, e curioso oficial

Website

Follow Me:
TwitterFacebookLinkedInPinterestGoogle PlusFlickr



Posts relacionados

Candidatas à Presidência no Brasil, um dia de cada vez na vida das mulheres na política

Saudade não é verbo!

CRIVELLA E SEUS DISCÍPULOS

Paper house, Joy Division e água benta!

A cultura popular e a construção de agroecologia no campo

O machismo nosso de cada dia – O retrato decadente da nossa classe média.