Geni Tempesta, primeira Professora do município de Itambaracá, Estado do Paraná.

Educação no Brasil, é construída com luta!

Desde a época do desbravamento das terras do município de Itambaraca no Estado do Paraná , os pioneiros que aqui chegaram, preocuparam-se com a Educação. Os tempos eram difíceis. Os que tinham posses, enviavam seus filhos para centros maiores a fim de adquirir um pouco de cultura. Os mais humildes aprendiam as primeiras letras em bancos improvisados, ministrados por leigos, outros passavam seus dias, suas vidas sem ao menos saber pegar um lápis ou folhearem um livro.
O panorama, no setor educacional de nosso município, é reflexo do trabalho incessante de pessoas vinculadas à área da Educação, que na luta do dia a dia em prol de uma educação condizente com nossas reais necessidades, empunharam bandeiras contínuas com o lema “Educação, base de desenvolvimento”.
Nessa caminhada árdua, de vencer barreiras e transpor obstáculos, e que em 1938 a professora Geni Aparecida Tempesta , primeira professora do município, começou a trabalhar na primeira escola de nosso então distrito, que recebeu o nome de “Escola Reunida”.
Em 1946, a Escola Reunida recebeu o nome de “Escola Reunida de Itambaracá”.
No governo de Moisés Lupion em 1950, foi construído o prédio escolar num terreno com 6.396 m2 doado pelo Coronel Batista.
Em 1952, foi criada a Escola de 4ª classe no distrito de Itambaracá, município de Andirá, ficando vinculado ao governo do Estado do Paraná.
Em 1955, passou a denominar-se Grupo Escolar “Marcílio Dias”.
Em 1975, foi criada a 1ª Associação de Pais e Professores (APP).
Em 1980, foi implantado na escola o Ensino de 2º Grau Regular passando a denominar-se Colégio Estadual “Marcílio Dias”. Ensino de 1º e 2º Graus.
Em 1984, foi autorizado o funcionamento do Ensino Supletivo Fase I, passando a denominar-se Colégio Estadual “Marcílio Dias” – Ensino de 1º Grau Regular e Supletivo e 2º Grau Regular.
Em 1987, foi instituído a Associação de Pais e Mestres (APM) do Colégio, ficando revogada em todos os termos , o estatuto da APP da unidade escolar.
Em 1995, com a unificação das escolas estaduais, houve a troca da clientela escolar, com o Colégio Estadual “Marcílio Dias”- Ensino de 1º e 2º Graus, recebendo os alunos de 5ª a 8ª séries da Escola Estadual “São Francisco Xavier”, e esta por sua vez recebendo os
alunos de 1ª a 4ª séries da Escola Municipal “Sebastião Severino da Silva”, que funcionava em parceria no mesmo prédio do Colégio Estadual “Marcílio Dias”.
Em 1997, com a “Adesão ao PROEM”, o Colégio Estadual “Marcílio Dias”, iniciou gradativamente a extinção do Curso Habilitação Magistério, implantando o Curso de Educação Geral também no período da manhã e da tarde.
Em 23 de setembro de 1998, através do Ato Administrativo N.º 289/98, do NRE, considerando a Lei N.º 0304/98, Deliberação N.º 003/98 – CEE e Resolução n.º 3.120/98_- DG/SEED, o Colégio Estadual “Marcílio Dias” – Ensino de 1º e 2º Graus, passou a denominar-se, Colégio Estadual “Marcílio Dias”- Ensino Fundamental e Médio.
Em 1999, com a aprovação da nova LDB, iniciou-se as primeiras turmas do Ensino Médio, cuja proposta e grade curricular, foram elaboradas, encaminhadas e aprovadas pelo DESG/SEED.
Em março de 2005 a APM passou a denominar APMF – Associação de Pais, Mestres e Funcionários.
Em 2007 foi autorizado o funcionamento da 1ª série do Formação de Docentes da Educação Infantil dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental em Nível Médio, na Modalidade Normal – Integrado no período da tarde.
Em 2010 foi autorizado o funcionamento do CELEM – Língua Espanhola
Também em 2010 foi autorizado a funcionar o Curso de Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Em 2011 foi feito o adendo regimental de número 02 para a mudança do Ensino Fundamental de nove anos para o inicio do ano de 2012.

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