Econômia e Política

E daí?

E o que tem na sopa do neném?

Será que ao escolher o e dai? o atual presidente do Brasil, conhecido por seu fã clube como um militar estrategista digno do título “Senhor da Guerra” ou apenas “mito” ou por aqueles que o criticam de um Louco Completo ou Louco Napoleônico, até mesmo BolsoNero (em face a Nero Claudius Cæsar Augustus Germanicus ou Lúcio Domício Enobarbo), mas que para mim, é quase um Calígula, sem sexo, mas com toda arrogância, vingança, religiosidade e endeusamento próprio; percebeu que as pessoas são facilmente manipuláveis através de alguns gatilhos e de inundações de pseudoverdades, orquestradas de forma a desqualificar qualquer voz destoante.

Ao perceber isso, de um lado, o E daí? se transformou numa tentativa negacionista complexa, hoje alegam que caixões são enterrados vazios, e que a maioria dos que realmente morreram eram velhos ou mesmo doentes por outra coisa que não infectadas pelo SARS-CoV-2.

E daí? foi apenas mais um gatilho para que alguns humanos e centenas de robôs praticamente tirassem selfies em caixão e lançando #eusouumedaidobolsonaro ou alguma outra coisa popularesca e pouco ligada a realidade e ao humanismo.

E daí? se na Bíblia diz pra pagar o dízimo se as pessoas precisam comer? Poderia ser uma frase interessante, mas o pagamento do apoio do presidente eleito com o voto em massa de evangélicos e afinco de muitos líderes evangélicos passam por diversas situações, hoje em dia certamente pode-se passar com dólar dentro da bíblia, fato que antes poderiam ser presos, inclusive a reprodução do que chamo de “teste da facada” feito por outro líder religioso… o pagamento se dá em algumas situações bem específicas, mas isso pode ser em impostos ou outro favores.

Então, seguimos percebendo alguns detalhes interessantes, e aqui não vou fazer defesa ao Sérgio Moro, nem vou falar sobre mortes muito estranhas de entender, e sim, não nego as estranhezas do passado. Mas será que os erros anteriores justificam a repetição da mesma história esperando um novo fim?

E mais E daí? se algumas empresas cujos empresários não se preocupavam com o dia de amanhã fecharem as portas, nada adianta salvar empresas se os trabalhadores morrerem. É só dinheiro, inventado por nós para explicar as relações do mundo.

E daí? Greta Thunberg havia alertado a muito pouco temo que precisávamos parar e se reinventar, e agora fez sua parte para minimizar os problemas atuais e não ficou com mantras de “eu avisei”.

Governos, os que estão hoje e os que estão por vir possuem uma obrigação moral de estabelecer duas estratégias, uma para o dia de hoje, que se modifica a cada dia, conforme os números impostos e a outra para quando a pandemia passar, pois ela vai passar.

Bauru – Nilsely Miyuki Hashimoto Vitoria Regia

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Cristiano Ricardo

Farmacêutico-Bioquímico, consultor em organização de sistemas da qualidade, P&D&I, sustentabilista, protetor de gatos, escritor, e curioso oficial

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