Durante toda a minha existência, busquei ser cada vez mais calmo em meus posicionamentos e também com o meu comportamento, ao que falo, vejo, escuto, escrevo.

Sabidamente, estamos vivendo em um momento ímpar para a Sustentabilidade, e isso se deve ao fato de talvez termos poucas oportunidades para estabelecer novos patamares da sociedade, e certamente devido a isso, há um incomodo geral, e esse incomodo geral se dá ao incomodarmos aqueles que têm como preferencia manter as pessoas com um baixo o extremamente limitado interesse no planeta em que vivemos, e a vida que precisamos ter.

Atualmente, através das redes sociais, conseguimos ser inundados de informações, tanto para o bem quanto para o mal, sendo então muitas delas falsas ou mesmo pintadas com as cores que se deseja ser visto, criando lados, deturpando todos aqueles que pensam diferente do que se foi permitido, fazendo de cada um de nós apenas peões em um tabuleiro real, talvez aqueles que foram acolhidos e rejeitados por ambos os lados, dependendo desse jogo de interesse pode cabe a responsabilidade de comunicar a cada peão que o jogo feito pela dualidade, pelo polarismo, somente vai trazer morte e destruição, por suas insanidades, por sede de poder, por ausência completa de limites.

Talvez seja a nossa responsabilidade trazer à consciência de que todos nós temos direito a vida, e em especial de viver.

Durante muitos anos, pessoas que utilizaram-se do poder, e buscaram justificar os meios devido aos fins propostos agora perderam o lugar para pessoas que acreditam que os fins justificam os meios, e esse reflexo está se reproduzindo, novamente.

Se de um lado tivemos pessoas interessadas em descriminalizar as drogas, do outro tem quem defenda que até em açougue você pode comprar medicamento. Se de um lado tivemos propostas para legalização do aborto, do outro temos que desobriga as crianças usarem cadeirinha de segurança, não gerando multa para o familiar relapso. Se de um lado, a corrupção gerou instabilidade econômica e consequentemente desemprego, do outro a ausência de projetos claros que dialoguem com as forças da sociedade, simplesmente pelo fato de ignora-las.

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Cristiano Ricardo

Farmacêutico-Bioquímico, consultor em organização de sistemas da qualidade, P&D&I, sustentabilista, protetor de gatos, escritor, e curioso oficial

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