Numa imersão aos espaços dos odiadores contra tudo e todos, busquei entender quais seriam essas pessoas, será que existem realmente perfis fakes ou conduzidos como um comportamento de manada, e com esse olhar busquei tirar minhas dúvidas.

De um lado, o comportamento nos grupos são sempre motivados por pessoas (fakes ou não) consideradas líderes ou incentivadoras, são INICIADORAS, normalmente trazem versões das notícias, sempre apresentam-se quase como pessoas reais, no Facebook, por exemplo, são pessoas com no máximo 300 contatos, normalmente seus contatos estão divididos entre pessoas com mais de 1000 contatos e postagens regulares, e pessoas com até 150 contatos, onde todas as postagens são de ódio explícito.

Esse perfil é interessante, parecem funcionar como difusores da cultura do ódio, ou da promoção do caos, o comportamento é semelhante, a recusa da compreensão e a tentativa de usar o jogo das palavras para inverter o discurso, havendo situações onde o agressor busca se vitimizar, valendo-se dos mesmos argumentos da vítima.

Ações violentas ou que promovem violência são prontamente justificadas, prontamente aceitas por perfis semelhantes e aquele que questiona, é hostilizado e cerceado o direito de opinião.

Ao perceber o baixo apoio, o estímulo é retirado, e no caso de grupos no Facebook, este é arquivado. Assim como grupos do WhatsApp é extinto ou com remoção de grande número de participantes, com finalidade de atingir ao máximo de pessoas possível.

Mas ficam questões importantes:

  • Essas ações são financiadas?
  • A quem interessa?
  • Quem criou a estratégia?
  • Que tipo de gente é beneficiada com isso?
  • Por quê?

Com essas questões, vamos entender que há outros mecanismos ocorrendo de forma paralela, mas não se tem ideia se isso faz parte de um único organismo

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