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Candidatas à Presidência no Brasil, um dia de cada vez na vida das mulheres na política

Um dia de cada vez, uma eleição, uma tentativa de transformação, mulheres na política! 

Você conhece as candidatas à Presidência da República para as eleições 2018, no Brasil?

Talvez você não conheça, mas é pertinente que você se informe uma vez que nós nunca somos entrevistados pelos Institutos de Pesquisas, que pontuam as intenções de votos dos eleitores no Brasil. Eu nunca fui entrevistada por nenhum veículo de medição de intenção de votos, nunca! Por vezes nunca consigo entender a margem de erro para mais ou para menos, e se eu for a margem de erro? Sim, porque já votei em pessoas erradas, e as pesquisas nunca me perguntam. Muitas pessoas esse ano optaram por votar nulo, dado ao cenário cinza que a política brasileira atravessa. Talvez as pessoas dos votos nulos e brancos mudem de opinião após as campanhas começarem legalmente ( nos prazos estabelecidos para este ano pelo TSE),  várias campanhas começam aquecer e alguns debates estão ganhando força e forma nas redes sociais e na mídia.

O que mudou da eleição de 2014 para a eleição de 2018? Nada! Absolutamente nada. Existem candidaturas velhas e surradas, requentadas e entediantes, os mesmos roteiros de um filme já visto no Brasil aloprado politicamente desde a era Sarney. Este não foi eleito, era vice e com o afastamento de Collor, torna-se presidente, fazer a piada que o Brasil é um país feito de “vices”, nunca teve graça, mas os políticos se divertem muito com a corrupção e a desgraça do povo brasileiro.

Esse ano, 2018, caso as eleições aconteçam, sim porque estamos no Brasil o único lugar do mundo que tudo acontece no mês de agosto e o mês de janeiro sempre serelepe traz eleitos e o IPVA e outros tantos impostos infinitos que pagamos o ano todo, janeiro é realmente um mês maroto, a euforia das férias e os eleitos com facha ou diplomação, um horror, sem contar os gastos dos políticos em suas equipes enormes dos gabinetes que aumentam consideravelmente a população de Brasília de terça-feira a quinta-feira, realmente algo fantástico que ocorre somente no Brasil, mas enfim, se a eleição ocorrer com suas urnas eletrônicas de altíssima tecnologia ( privilégio do Brasil), teremos algumas candidatas bem interessantes.

Manuela, Sonia e Marina, as três já são nacionalmente conhecidas por seus trabalhos, engajamentos e trajetórias.

Manuela é forte, intensa e tem admiração da juventude, é simpática e cumpriu bem seus diversos mandatos de vereadora, deputada federal e estadual. Manuela é culta e bem articulada porém não é arrogante, e nunca foge de um debate. É um excelente quadro, dentro de todas as possibilidades dos outros candidatos que evidentemente são homens. Manuela, tem projetos interessantes e viáveis para o Brasil. Uma das poucas candidaturas a apresentar um programa de governo.

Sonia é maravilhosa, seu ativismo, sua luta pelos indígenas, a luta pelas mulheres e a defesa de um país mais justo e com oportunidades para a juventude. As pautas da candidata são bem realistas para um projeto de Brasil, realista e guerreira Sonia se destaca no cenário sem cor da velha política, com suas cores e alegria que traz em suas falas, sua campanha tem sido emocionante.

Marina, disputa sua terceira eleição. Está muito preparada, madura e certeira nos debates e entrevistas, sua militância oriunda do partido que ela mesma fundou para renovação da política brasileira, estão trabalhando muito e a razão possa ser o fortalecimento dos coordenadores de campanha, alguns muito preparados pois afinal estão em sua terceira eleição presidencial. Marina é observadora e retem suas críticas quando se aprofunda mais nos assuntos mais urgentes do Brasil. Ponto positivo, demonstra os aspectos de uma veterana experiente, e inteligência para uma eleição.

Manuela e Sonia, movimentam a juventude. O que agrada também os pais dos jovens eleitores, os pais e as famílias estão acompanhando com entusiasmo o engajamento de seus filhos, netos e parentes, a juventude brasileira se apaixonou por política e essa paixão talvez seja fonte de inspiração e transformação.

Mulher vota em mulher? Não. As mulheres são a maior parte do eleitorado brasileiro, mas as mulheres querem agendas em que estejam de verdade e que se garanta em um novo governo, os direitos das mulheres! Todos os direitos!

Mas as mulheres no Brasil começam a prestar atenção com muita seriedade nas candidatas, as mulheres no Brasil se identificam com o frescor de novas candidaturas, sem os aspectos misóginos de todas as eleições, independente de gênero, as mulheres e a juventude brasileira vão votar em candidaturas sérias, comprometidas, pessoas simples e com menos arrogância recorrente dos candidatos da velha política.

O Brasil precisa restabelecer sua democracia, e voltar a crescer e dar oportunidades aos trabalhadores e trabalhadoras, segurança e estabilidade aos idosos, suprir as demandas das crianças, legitimar o jovem brasileiro no mercado de trabalho, saúde, educação e moradia, o povo não pede muito, pede só dignidade e validar os impostos pagos com tanto esforço. O povo brasileiro é bom, a agenda política precisa ser boa, se faz urgente.

Que vença o melhor ou a melhor.

 

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