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Bipolaridade, depressão, manipulação e Edgard Allan Poe!

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Bipolaridade, depressão, manipulação e Edgard Allan Poe!

O Coração Delator (ou Denunciador ou Revelador, dependendo da edição), foi publicada pela primeira vez em 1843 em uma revista de Boston. É curto e fácil de ler. Conta historia : de um homem que nega sua loucura e que está decidido a provar o leitor que é são. Para ele, o seu problema está unicamente no olho do seu amo. Sim, um olho com catarata de um velho que nunca lhe fizera mal. Decidido a fazer algo sobre isso, ele planeja com tranquilidade formas de alcançar seu intento. Se preocupando apenas com os detalhes do plano perfeito que fará com que ele se livre do maldito olho de uma vez por todas, aos poucos ele mostra como é fina a linha que separa a sanidade da loucura.

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Obviamente, Edgard Allan Poe e a sua geração, sofriam severamente de bipolaridade e depressão, e explicitavam as suas “doenças”, na literatura, assim a manipulação e barganha emocional se tornava real através da leitura, a leitura alcançava os “sadios mentais” e os “insanos”, era uma tática muito comum , nos livro ficcionais da época de 1800 até 1905, aproximadamente, e até 1905, o mundo estava completamente doente, como agora em 2020, doente socialmente , financeiramente e pestes e pandemias em cascatas, em todos os continentes, 2020 parece a repetição de 1840! A trilha sonora dos anos de 1840, poderia ser “Come Undone”, do Duran Duran, e a mesma música serve para 2020! Parece que essa música é uma homenagem para Edgard Allan Poe, que sabia exatamente esquadrinhar a manipulação e pedir desculpas ao mesmo tempo, por ser um manipulador bipolar e depressivo!

Poe, teve seguidores fiéis da baixa literatura, no Brasil por exemplo , Dalton Trevisan, que emoldurou toda a minha adolescência e de outras pessoas da minha geração, mas é claro que Dalton exagerou no perfume em suas histórias curitibanas, colocando Curitiba em um aquário para ser visto em Londres, porque Curitiba não é tão gótica e apertada, como nós acreditávamos que era, lendo Dalton Trevisan.

Não considero Dalton Trevisan, baixa literatura, mas hoje percebo sua manipulação e crueldade, e nós liamos muito, mas hoje perdeu o sentido o “Vampiro e a Polaquinha” ou o livro de contos “Pico na Veia”, esse eu joguei fora, assim como também não assisto mais os filmes do Tim Burton, cineasta fiel as desastrosas prozas e narrativas de Edgard Allan Poe!

A vida é maravilhosa, estamos sempre aprendendo, aprendendo a nos defender também da toxicidade, simplificando a nossa “existência” e a “existência alheia”, e o que importa mesmo é viver, mas com liberdade e destruir as relações tóxicas e manipuladoras.

Sustentabilidade, também é viver e saber marcar território para que nunca a nossa sanidade mental passe a ser do outro, mas somente sua.

Preste atenção nas pessoas, preste atenção em literatura de ficção e em manipulação bipolar. Depressão é sim uma doença muito grave, mas quando as pessoas adoecem e sempre se negam ao tratamento com especialistas, estas mesmas pessoas podem nos manipular todos os dias, e todos os dias convivendo com um manipulador maníaco depressivo, será como viver com Edgard Allan Poe em 1840!  

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