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Pequim e Jaime Spitzcovsky

Foto Folha de São Paulo

Jaime Spitzcovsky, fez coberturas jornalísticas de fatos marcantes na história, como as desintegrações da Iugoslávia (esteve na Croácia em 1994) e da URSS, a libertação de Nelson Mandela, a morte de Deng Xiaoping e a devolução de Hong Kong à China. Jaime Spitzcovsky esteve na China em 1994 até 1997.

Colaborou com diversos meios de comunicação, como BandNews FM, TV Cultura e BBC.

Jaime Spitzcovsky em Pequim, foto acervo pessoal / Facebook

Pequim e Jaime Spitzcovsky

Estar na China deve ser como estar no inicio de tudo, é como ter descoberto a “idade da Terra”, um lugar de cultura milenar e tão grande, sem contar as nossas “fantasias” de infância sobre os grandes navegadores  chineses, pisar na China é como encontrar solo fértil para os sonhos e esperanças, é tudo grandioso, bonito e colorido, e o horóscopo chinês tão mágico e lúdico, é um pais apaixonante, mesmo para nós que nunca fomos, mas sim fomos ate a China rompendo e dominando o tempo através do nosso imaginário.

Eu, classe media baixa jamais poderei ir à China, mas eu seria muito feliz se tivesse a oportunidade de apreciar o “Pato Laqueado”, de Pequim, mas eu consigo chegar na China através da literatura, cinema e pesquisas, eu pesquiso muito sobre as Dinastias e os Códigos filosóficos chineses.

Mas é emocionante saber e ler sobre a China através de Jaime Spitzcovsky!

Os jornalistas são os “historiadores” do contemporâneo, do presente e sintetizadores do futuro!

Entre os anos de 1994 e 1997, meu pai lia o jornal em voz alta, e ele, meu pai me contava sobre a China, porque o meu pai lia Jaime Spitzcovsky! 1994 até 1997, foi o tempo que Jaime Spitzcovsky esteve na China, meu pai e certamente outros pais liam Jaime Spitzcovsky e narravam os relatos de Jaime para seus filhos.

Quando criança, eu assistia com meus pais o filme “Pantera Cor de Rosa”, eu queria ver o Peter Sellers (meu ator preferido), e eu achava que todo chinês era o “Cato Fong”, mas eu era uma criança que gostava dos chineses pelo simples fato de que eles inventaram o sorvete e os fogos de artifício, e qual criança não gosta de ver o céu brilhar?

Agora somos adultos, e já lemos e vemos Jaime Spitzcovsky, relatar de um modo didático e que nos faz entender todas as transformações da sociedade chinesa, é preciso ter humildade e responsabilidade para falar sobre a China, é uma cultura milenar e muito contribuiu para nós, os ocidentais.

Só temos que agradecer a Jaime Spitzcovsky, por ter revelado uma China encantadora e em pleno processo de desenvolvimento, agradecer a Jaime Spitzcovsky por ter feito o jornalismo honesto o qual os nossos pais confiaram e nós os filhos continuamos a confiar no jornalismo prudente e ético de Jaime Spitzcovsky!

Obrigado Jaime, eu e a minha geração agradecemos!   

Foto Revista Veja

Pequim, a enorme capital da China, tem uma história de 3 milênios. No entanto, ela é tão conhecida por sua arquitetura moderna quanto por seus locais antigos, como o grande complexo da Cidade Proibida, palácio imperial das dinastias Ming e Qing. Nas proximidades, a enorme Praça da Paz Celestial, reservada para pedestres, abriga o mausoléu de Mao Tsé-Tung e o Museu Nacional da China, que exibe uma ampla coleção de relíquias culturais.

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